A prática da caridade ficou mesquinha. Na comunidade igreja, o religioso era respeitado como pessoa sábia, hoje não sabe o que dizer. Quando o homem bebe em fontes contaminadas, ele perde o sentido de seus carismas. Os pais de família eram respeitados, como senhores do lar, hoje são tratados com pouco caso. Os filhos já nascem fora dos trilhos e quando jovem, se enroscam em qualquer coisa. As crenças se multiplicam e a fé encolhe. Cresceu a tecnologia e a ciência desenvolveu-se, mas a prática da vida, ficou vulnerável , como um capim da beira da estrada, que se curva para qualquer lado. O sacerdócio religioso deixou de dar certo e o sacerdócio matrimonial, virou brincadeira de pegar e largar. O sacerdócio religioso, pela prática da vida, deveria ser mais caridoso e menos lucrativo. A medicina salvadora de vidas, deveria ser mais caridosa e menos lucrativa. Para ser feliz, ninguém precisa ser rico, mas a saúde é necessária. Quem fabrica remédios, deveria ser mais por caridade e sem ambições, pois a caridade deveria fazer parte de nossas vidas. A caridade ficou lindo no catecismo da igreja, mas na prática da vida, ficou feio muito feio. Nos comentários do padre, até fica bonito, mas nos ensinamentos, ele fica devendo. Pelas ambições humana, a caridade tornou-se um obstáculo. Um médico recebe quinhentos reais por uma consulta de quinze minutos. Um trabalhador precisa trabalhar quinze dias, para receber o mesmo valor. Isso é humano? O que faz a religião a favor dos escravos? Simplesmente nada. Porque essa tão grande diferença? Há, mas o médico estudou. Mas isso lhe da o direito de alcançar os céus e olhar os trabalhadores no inferno? E de onde vem todo seu conforto, não vem das mãos de quem trabalha? Onde está o projeto de justiça e os direitos humano? Aí o senhor bispo baixa a cabeça e esconde a cara.
Clementino 16/02/19
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